terça-feira, 8 de abril de 2008

HOMEOPATIA: O que é?


Samuel Hahnemann foi um médico do séc. XVIII (1755 - 1843) que insatisfeito com a imprecisão e a ineficácia dos remédios da sua época, decide começar a fazer experiências acabando por criar a homeopatia. Esta baseia-se em dois princípios; o da similitude que diz que para curar uma doença, é necessário dar ao doente um remédio que, quando administrado num indivíduo saudável lhe provocaria os sintomas dessa doença. E o principio da diluição infinitesimal que diz que quanto mais diluída for a substância maior eficácia tem.


A homeopatia baseia-se no principio de que aquilo que provoca a doença também a cura ou na teoria de que o semelhante cura o semelhante. Assim usa doses mínimas de substâncias (as quais em doses normais provocariam doença - sintomas desta) para curar essa doença. As doses usadas são tão baixas, que há quem diga que já não existe qualquer partícula dessa substância no medicamento final mas o que se verifica é que ele mesmo assim é eficaz e a atestar isso está a forte expansão e reconhecimento que homeopatia está a ter em todo o lado.


Seja como for, a homeopatia baseia-se no facto de que basta mostrar ao corpo uma determinada substância para estimular nele as suas defesas contra essa doença, sendo assim ideal para todas as pessoas que não se querem sujeitar à tomada de medicamentos farmacêuticos ou que não os podem tomar devido aos seus efeitos colaterais.

OSTEOPATIA E QUIROPRÁTICA: O que são?


OSTEOPATIA


Medicina que lida com o sistema músculo-esquelético e cujo objectivo é reequilibrá-lo melhorando a postura e eliminando dores devido à manipulação das articulações, colocando-as nas suas posições mais correctas através do uso de manipulações e massagem. É sabido que as tensões se manifestam nos músculos tensionando-os e contraindo-os e que estes estão ligados aos ossos. Os músculos atravessam as articulações e são usados para as movimentar pelo que se pode ver que se houverem músculos tensos e contraídos a articulação é que sofre e as dores não tardam a aparecerem. Dores e problemas articulares devem-se sobretudo a músculos tensos que comprimem a articulação e os seus tecidos e que ainda levam os ossos a saírem dos seus lugares naturais e a comprimirem os tecidos vizinhos causando dor. A dor por sua vez faz com que os músculos se contraiam para impedirem os movimentos articulares para que não surja dor. Assim a articulação começa a ficar com movimentos reduzidos, a ser comprimida, a sofrer desgaste, a produzir mais dor, a acumular líquidos e a não fazer a respectiva drenagem o que só vai complicar a situação entrando assim num ciclo vicioso. A osteopatia tenta levar as articulações ao lugar, permitindo assim que se possa aumentar os movimentos e aumentar toda a circulação e drenagem dos líquidos trazendo assim maior bem estar e menos dores. O ideal é a pessoa fazer uso da osteopatia quando começam as primeiras dores e não deixar passar os anos, pois o tempo não cura, antes pelo contrário agrava as situações e aquilo que podia ser evitado passa a ser um problema muitas das vezes incapacitante e que não nos permite tirar o rendimento desejado da vida nem apreciá-la na sua totalidade.


QUIROPRÁTICA


Medicina manual que trata do sistema músculo-esquelético sobretudo da coluna com vista a melhorar todo o funcionamento corporal. Uma vez que é na coluna que passam e de onde saem os nervos para o controle do corpo, vê-se a importância das vértebras estarem correctamente alinhadas e sem comprimirem as raízes nervosas. Como se vê, se houverem raízes nervosas comprimidas, isso vai afectar o funcionamento dos órgãos internos com todas as consequências que isso acarreta. A quiroprática difere da osteopatia sobretudo na maneira de tratar as articulações onde as manipulações são diferentes e por se dedicar a tratar muitos dos problemas internos que têm origem na compressão das raízes nervosas ao nível da coluna.

ACUPUNTURA: O que é?



Há evidências de que a Acupuntura pode substituir o uso de remédios (sendo mais efetiva,
rápida, duradoura, sem dependência, sem efeitos colaterais importantes, com menor custo
financeiro ao paciente e ao sistema de saúde pública).
O uso da tomografia computadorizada (TC), da tomografia por emissão de pósitrons (PET),
da imagem de ressonância magnética (MRI) e da imagem de ressonância magnética funcional
(fMRI) apontam que a Acupuntura é eficaz (Cho et al, 2005).

QUESTÕES SOBRE ACUPUNTURA:

1) Efeitos colaterais?

Logo após a Acupuntura, alguns pacientes relatam sonolência e uma sensação de
relaxamento muito grande e isso, que para a grande maioria é uma qualidade, para outros pode
ser ruim, principalmente para os que precisam executar atividade que exija grande atenção (ex.:
pilotar avião).

2) Contra-indicações?

A) pessoa com fobia de agulha (nesse caso pode ser utilizado outro estímulo, como por
exemplo, laser); B) febre muito alta; C) esgotamento físico; D) estado de embriaguez; E)
distúrbios psicológicos graves (ex.: surto psicótico); F) jejum ou grave desnutrição; G) problemas
de sangramento (ex.: hemofilia, uso de anticoagulantes); H) situações de emergência (ex.: fratura
do crânio); I) indicação de intervenção cirúrgica (ex.: ataque cardíaco).

3) Sempre há dor?

Não. Os pacientes relatam várias sensações, como, por exemplo, “calor”, “peso”,
“distensão”, “choque”, “leve dor”, “formigamento”. O importante é que todas essas sensações
passam em menos de 05 segundos após a inserção da agulha.

4) As agulhas transmitem doenças?

Não. Todas as agulhas são: 1) descartáveis; 2) esterilizadas; 3) de uso único. Além disso,
antes de inserir as agulhas, o acupunturista faz a higienização: 1) de suas mãos e 2) do local de
inserção das agulhas.

5) Doenças tratáveis?

A “Organização Mundial de Saúde” (WHO, 2002) publicou um documento que divulgou os
resultados científicos da Acupuntura em comparação com o tratamento convencional (remédio)
para 147 doenças. Cito alguns desses achados:

• Acne - Desapareceu em 59% dos casos após 10 dias de tratamento.

• Álcool - Diminui a necessidade de ingerir álcool.

• Ansiedade - Eficácia superior à medicação convencional (mas sem efeitos colaterais).

• Arteriosclerose - Aumento da memória, da inteligência e da capacidade de cuidar de si
mesmo em 68% dos casos.

• Asma - Efeito antiasmático em 93% dos casos e maior ventilação pulmonar em 68%.

• Ataque súbito de surdez - Eficácia em 90% dos casos após 2 semanas.

• AVC (seqüela) - Dificuldade de articular palavras. Eficácia em 90% dos casos.

• Cirurgia cerebral - Cura dos sintomas pós-operatórios em 86% dos casos.

• Cocaína - Diminuição dos sintomas da abstinência em 44% dos casos.

• Cólica estomacal e intestinal - Alívio da dor em 98% dos casos.

• Cólon irritado - Melhora significativa em 93% dos casos.

• Convalescença - Efeito analgésico superior e mais rápido que a medicação
convencional no pós-operatório.

• Depressão - Eficácia similar à medicação convencional (mas sem efeitos colaterais).

• Desintoxicação de álcool - Redução do álcool no sangue.

• Desintoxicação de tabaco - Redução da concentração de nicotina.

• Dor de cabeça - Alívio imediato em 80% dos casos.

• Dor lombar - Eficácia em 72% dos casos (superior à medicação convencional).

• Dor menstrual - Melhora em 91% dos casos.

• Dor nos olhos - Eliminação da dor em 90% dos casos.

• Ejaculação precoce - Eficácia em 83% dos casos.

• Enxaqueca - Eficácia em 80% dos casos.

• Esquizofrenia - Eficácia superior à da medicação convencional (78% dos casos).

• Excesso de gordura no sangue - Diminuição em 90% dos casos.

• Heroína - Diminuição dos sintomas da abstinência (anorexia, suor espontâneo e insônia)
e redução da freqüência do uso.

• Hiperacidez no estômago - Eficácia em 95% dos casos.

• Hipertensão - Eficácia similar à medicação convencional (mas sem efeitos colaterais).

• Hipotensão - A pressão foi normalizada em 95% dos casos.

• Lactação deficiente - Aumento da lactação em 92% dos casos.

• Impotência sexual (não orgânica) - Eficácia em 60% dos casos.

• Infecção urinária recorrente - Desobstrução do trato urinário em 85% dos casos.

• Infertilidade - Eficácia em 75% dos casos.

• Inflamação na próstata - Alívio dos sintomas e melhora das funções sexuais superior à
medicação convencional.

• Insônia - O sono foi totalmente normalizado em 98% dos casos.

• Obesidade - Supressão do apetite em 95% dos casos.

• Policisto no ovário - Cura obtida em 94% dos casos.

• Reações à radioterapia e/ou quimioterapia - Náuseas, vômitos e falta de apetite foram
eliminadas em 93% dos casos.

• Rinite alérgica - Eficácia em 97% dos casos (superior e mais duradoura que a
medicação convencional).

• Retardo mental - Aumento de 21% no QI (inteligência) e de 18% na adaptação social.

• Síndrome do estresse competitivo - Eficácia em 93% dos casos.

• Tabaco – Diminuição da vontade de fumar em 13% dos casos. Redução no hábito de
fumar em 20% dos casos. Redução no prazer de fumar em 70% dos casos.

• Tontura - Eficácia em 75% dos casos.

• TPM - Alívio completo dos sintomas, sem recorrência por 6 meses, em 92% dos casos.
• Úlcera - Eficácia em 97% dos casos.

quarta-feira, 26 de março de 2008